domingo, 30 de setembro de 2012

Deja - vu


O deja-vu, meu lado negro escondendo o pecado o não dito, maldito, calado e sofrido, apertado egoismo entalado. Não quero ver, nem ouvir e nem falar! Eu sinto onde moro e penso que é coração o que é a minha mente não dominando meu espirito, que guarda a bondade, a mentira, ponderação, rancor, sensatez, vontade de mudar o entorno, debaixo da coragem com o prazer e a traição a revolta no afeto sentido, me lembrando gratidão com todos os tropeços o pensamento crítico sobre o fato e o não feito, na memória onde não cabe o deja-vu nem o desfecho desse texto.